DEIC PRENDE MAIS DOIS ENVOLVIDOS EM LATROCÍNIO NA ZONA LESTE DE SP
Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam, nesta terça-feira (17), mais dois suspeitos de envolvimento em um latrocínio que vitimou um engenheiro na região de Cidade Tiradentes. O crime aconteceu no dia 7 de janeiro.
As prisões ocorreram em Guarulhos e no próprio bairro onde ocorreu o crime, após o cumprimento de dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão.
Os detidos — um homem de 34 anos e uma mulher de 29 — fazem parte de uma quadrilha que aplicava o chamado “golpe do amor”, criando perfis falsos em aplicativos de relacionamento para atrair vítimas. Após o encontro, as vítimas eram sequestradas e extorquidas.
INVESTIGAÇÃO E PRISÕES
Desde o crime, as investigações conduzidas pela 1ª Delegacia de Roubos e Latrocínios da Disccpat já haviam resultado, em janeiro, na prisão de três envolvidos, incluindo o atirador, o motorista do veículo e a mulher responsável por atrair as vítimas.
Outros suspeitos foram localizados anteriormente em São Paulo e em Mongaguá. Um deles tinha antecedentes por roubo e receptação e havia deixado o sistema prisional em outubro, após cumprir sete anos por roubo qualificado.
Com a nova fase da operação, mais dois integrantes foram capturados. Durante a ação em Guarulhos, os policiais apreenderam quatro celulares e cerca de 60 chips telefônicos, que serão analisados para identificar outras vítimas e possíveis crimes ligados à quadrilha.
Segundo o delegado Thiago Delgado, o tipo de crime ainda é subnotificado.
“Estamos identificando outras possíveis vítimas dessa quadrilha. O crime tem muita subnotificação porque as vítimas acabam não registrando ocorrência por vergonha”, afirmou.
O caso foi registrado como captura de procurado, cumprimento de mandado de prisão temporária e apreensão de objetos.
QUEDA NO “GOLPE DO AMOR”
De acordo com a Divisão Antissequestro (DAS), ligada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), houve redução significativa desse tipo de crime na capital paulista.
Neste ano, foi registrado apenas um caso envolvendo o chamado “golpe do amor”. Em 2022, por exemplo, foram 58 ocorrências denunciadas.
Segundo o delegado Fábio Nelson, a queda está relacionada ao uso de tecnologia nas investigações, à cooperação com plataformas de relacionamento e à prisão de lideranças das quadrilhas.
Foto: Governo de São Paulo / Divulgação
As prisões ocorreram em Guarulhos e no próprio bairro onde ocorreu o crime, após o cumprimento de dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão.
Os detidos — um homem de 34 anos e uma mulher de 29 — fazem parte de uma quadrilha que aplicava o chamado “golpe do amor”, criando perfis falsos em aplicativos de relacionamento para atrair vítimas. Após o encontro, as vítimas eram sequestradas e extorquidas.
INVESTIGAÇÃO E PRISÕES
Desde o crime, as investigações conduzidas pela 1ª Delegacia de Roubos e Latrocínios da Disccpat já haviam resultado, em janeiro, na prisão de três envolvidos, incluindo o atirador, o motorista do veículo e a mulher responsável por atrair as vítimas.
Outros suspeitos foram localizados anteriormente em São Paulo e em Mongaguá. Um deles tinha antecedentes por roubo e receptação e havia deixado o sistema prisional em outubro, após cumprir sete anos por roubo qualificado.
Com a nova fase da operação, mais dois integrantes foram capturados. Durante a ação em Guarulhos, os policiais apreenderam quatro celulares e cerca de 60 chips telefônicos, que serão analisados para identificar outras vítimas e possíveis crimes ligados à quadrilha.
Segundo o delegado Thiago Delgado, o tipo de crime ainda é subnotificado.
“Estamos identificando outras possíveis vítimas dessa quadrilha. O crime tem muita subnotificação porque as vítimas acabam não registrando ocorrência por vergonha”, afirmou.
O caso foi registrado como captura de procurado, cumprimento de mandado de prisão temporária e apreensão de objetos.
QUEDA NO “GOLPE DO AMOR”
De acordo com a Divisão Antissequestro (DAS), ligada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), houve redução significativa desse tipo de crime na capital paulista.
Neste ano, foi registrado apenas um caso envolvendo o chamado “golpe do amor”. Em 2022, por exemplo, foram 58 ocorrências denunciadas.
Segundo o delegado Fábio Nelson, a queda está relacionada ao uso de tecnologia nas investigações, à cooperação com plataformas de relacionamento e à prisão de lideranças das quadrilhas.
Foto: Governo de São Paulo / Divulgação


