OPERAÇÃO SEGUE O FIO REMOVE 2,5 TONELADAS DE CABOS IRREGULARES EM GUARULHOS
A Prefeitura de Guarulhos encerrou o balanço de 2025 da Operação Segue o Fio com números expressivos no combate à desordem urbana. Desde o início das ações, em outubro, foram retiradas 2,5 toneladas de fios e cabos instalados irregularmente em postes da cidade. A iniciativa, realizada em parceria com a concessionária de energia EDP, visa aumentar a segurança dos pedestres e motoristas, além de reduzir drasticamente a poluição visual.
As intervenções ocorreram em 25 vias espalhadas por nove bairros estratégicos: Vila Galvão, Jardim Presidente Dutra, Paraventi, Torres Tibagi, Centro, Vila Augusta, Vila Barros, Bonsucesso e Jardim Vila Galvão.
Como Funciona a Fiscalização:
O processo de limpeza e organização da fiação segue um protocolo rigoroso de notificações antes da remoção física:
Mapeamento: O Departamento de Iluminação Pública, da Secretaria de Administrações Regionais (SAR), identifica os pontos críticos com excesso de fios ou fiação solta.
Notificação: A EDP notifica as empresas de telecomunicações e internet responsáveis, solicitando a regularização conforme as normas da Aneel e Anatel.
Remoção à Revelia: Caso as empresas não realizem a adequação no prazo estabelecido, as equipes da operação efetuam o corte e a retirada dos cabos excedentes ou sem identificação.
Vias Beneficiadas pela Operação
A força-tarefa percorreu importantes eixos comerciais e residenciais. Confira algumas das ruas e avenidas que já receberam a limpeza:
Avenidas: Tiradentes, Dr. Timóteo Penteado, Rio Real e Carmela Thomeu.
Ruas: Cônego Valadão, Castelo Branco, São Gabriel, Vicente Melro, José Bonifácio, Cristóvão Colombo, entre outras.
O compartilhamento de postes é regulamentado por resoluções federais, e a operação garante que apenas as empresas autorizadas e com cabeamento devidamente identificado e esticado ocupem o espaço público. A Prefeitura informou que a fiscalização continuará sendo intensificada ao longo de 2026 para evitar que o acúmulo de fios volte a gerar riscos à população.
Foto: Marcio Lino/PMG

