GOVERNO DE SÃO PAULO ALERTA SOBRE GOLPES ENVOLVENDO FALSAS COBRANÇAS EM UNIDADES PRISIONAIS
O Governo do Estado de São Paulo emitiu alerta à população sobre tentativas de estelionato envolvendo unidades prisionais paulistas. O setor de Inteligência da Polícia Penal identificou a circulação de documentos falsos, com timbres adulterados, utilizados para extorquir familiares de pessoas privadas de liberdade sob o pretexto de quitação de supostas “pendências financeiras internas”.
A fraude foi descoberta após a interceptação de uma declaração falsa enviada por aplicativo de mensagens a familiares de um detento. No documento, os criminosos exigiam o pagamento de R$ 1.718,58 para uma suposta regularização administrativa.
Após a identificação do golpe, a Polícia Penal orientou as vítimas e registrou boletim de ocorrência. A Polícia Civil segue com diligências para apurar o caso e identificar possíveis envolvidos, incluindo visitantes ou terceiros responsáveis pela elaboração do material fraudulento.
A Polícia Penal reforça que não realiza qualquer tipo de cobrança financeira a familiares de custodiados ou a terceiros. A permanência no sistema penitenciário, bem como alimentação, assistência jurídica e atendimento de saúde, são totalmente gratuitos, conforme estabelece a Lei de Execução Penal.
Em caso de recebimento de solicitações de pagamento via PIX, transferência ou boleto em nome de unidades prisionais, a orientação é para não efetuar o pagamento, interromper imediatamente o contato com o remetente, procurar a diretoria da unidade prisional correspondente para esclarecimentos e registrar boletim de ocorrência, presencialmente ou pela Delegacia Eletrônica.
A Polícia Penal reafirma seu compromisso com a transparência e a segurança pública, mantendo vigilância constante para coibir crimes que exploram a boa-fé de cidadãos e familiares de pessoas privadas de liberdade.
Foto: Divulgação/Governo de SP
A fraude foi descoberta após a interceptação de uma declaração falsa enviada por aplicativo de mensagens a familiares de um detento. No documento, os criminosos exigiam o pagamento de R$ 1.718,58 para uma suposta regularização administrativa.
Após a identificação do golpe, a Polícia Penal orientou as vítimas e registrou boletim de ocorrência. A Polícia Civil segue com diligências para apurar o caso e identificar possíveis envolvidos, incluindo visitantes ou terceiros responsáveis pela elaboração do material fraudulento.
A Polícia Penal reforça que não realiza qualquer tipo de cobrança financeira a familiares de custodiados ou a terceiros. A permanência no sistema penitenciário, bem como alimentação, assistência jurídica e atendimento de saúde, são totalmente gratuitos, conforme estabelece a Lei de Execução Penal.
Em caso de recebimento de solicitações de pagamento via PIX, transferência ou boleto em nome de unidades prisionais, a orientação é para não efetuar o pagamento, interromper imediatamente o contato com o remetente, procurar a diretoria da unidade prisional correspondente para esclarecimentos e registrar boletim de ocorrência, presencialmente ou pela Delegacia Eletrônica.
A Polícia Penal reafirma seu compromisso com a transparência e a segurança pública, mantendo vigilância constante para coibir crimes que exploram a boa-fé de cidadãos e familiares de pessoas privadas de liberdade.
Foto: Divulgação/Governo de SP

