POLÍCIA CIVIL DE SP PRENDE MULHER SUSPEITA DE INCENTIVAR VIOLÊNCIA PELAS REDES SOCIAIS
A Polícia Civil de São Paulo prendeu uma mulher de 22 anos investigada por disseminar conteúdo de ódio e incentivar a prática de violência por meio de redes sociais e plataformas digitais. A prisão temporária foi cumprida no domingo (10), no estado do Maranhão, com apoio da Polícia Civil local.
A investigação teve início a partir de informações do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), da Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), que identificou interações entre a suspeita e um jovem de 18 anos antes de um episódio recente de violência registrado no interior paulista. As análises indicam que a mulher teria incentivado condutas violentas e demonstrado interesse em práticas semelhantes.
O trabalho contou com apoio da agência norte-americana Homeland Security Investigations (HSI), que identificou atividades suspeitas em ambiente digital e repassou os dados às autoridades brasileiras.
Com base nos indícios reunidos, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Mogi das Cruzes solicitou à Justiça a prisão temporária da investigada, além de mandado de busca e apreensão. Os pedidos foram autorizados pela Vara das Garantias do município.
A prisão tem prazo de 30 dias, e a suspeita deve permanecer inicialmente em unidade prisional no Maranhão, onde está à disposição da Justiça.
O jovem de 18 anos, que também é investigado, segue preso após ter sido detido anteriormente pela Polícia Militar, com a prisão convertida em preventiva.
Durante a operação, também foi autorizada a apreensão de dispositivos eletrônicos e o acesso a dados armazenados, como mensagens e arquivos digitais, que devem auxiliar no aprofundamento das investigações.
A Polícia Civil segue apurando o caso para esclarecer todas as circunstâncias e identificar possíveis outros envolvidos.
Foto: Governo de São Paulo/Divulgação
A investigação teve início a partir de informações do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), da Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), que identificou interações entre a suspeita e um jovem de 18 anos antes de um episódio recente de violência registrado no interior paulista. As análises indicam que a mulher teria incentivado condutas violentas e demonstrado interesse em práticas semelhantes.
O trabalho contou com apoio da agência norte-americana Homeland Security Investigations (HSI), que identificou atividades suspeitas em ambiente digital e repassou os dados às autoridades brasileiras.
Com base nos indícios reunidos, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Mogi das Cruzes solicitou à Justiça a prisão temporária da investigada, além de mandado de busca e apreensão. Os pedidos foram autorizados pela Vara das Garantias do município.
A prisão tem prazo de 30 dias, e a suspeita deve permanecer inicialmente em unidade prisional no Maranhão, onde está à disposição da Justiça.
O jovem de 18 anos, que também é investigado, segue preso após ter sido detido anteriormente pela Polícia Militar, com a prisão convertida em preventiva.
Durante a operação, também foi autorizada a apreensão de dispositivos eletrônicos e o acesso a dados armazenados, como mensagens e arquivos digitais, que devem auxiliar no aprofundamento das investigações.
A Polícia Civil segue apurando o caso para esclarecer todas as circunstâncias e identificar possíveis outros envolvidos.
Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

