POLÍCIA CIVIL DESARTICULA QUADRILHA DO “FALSO FRETE” E PRENDE TRÊS SUSPEITOS EM SP
A Polícia Civil de São Paulo desarticulou uma organização criminosa especializada no golpe conhecido como “falso frete”, utilizado para roubar veículos e extorquir motoristas. Dois homens e uma mulher foram presos nesta segunda-feira (4), durante operação realizada na capital paulista e em Guarulhos, na Grande São Paulo.
As investigações começaram após um caso registrado em julho do ano passado, quando um motorista de van foi abordado por quatro criminosos armados em Guarulhos. A vítima foi rendida e mantida em cárcere por cerca de 10 horas em uma área de mata. Durante esse período, além de ter o veículo roubado, foi coagida a realizar transferências bancárias.
Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções entre os integrantes, incluindo a execução dos sequestros, a logística dos veículos e a movimentação dos valores obtidos com os crimes.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão temporária contra os investigados. Um dos suspeitos ainda é considerado foragido.
De acordo com o delegado Fábio Nelson, titular da Divisão Antissequestro (DAS), os criminosos utilizavam aplicativos de frete para atrair as vítimas. “Após aceitarem as corridas, os motoristas eram sequestrados e, sob ameaça, obrigados a realizar transações bancárias, além de terem os veículos roubados e vendidos ilegalmente”, explicou.
A ação foi conduzida pela 1ª Delegacia Antissequestro, com apoio de equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE), do Garra e do Grupo Especial de Reação (GER), ligados ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).
As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos na organização criminosa.
Foto: Governo de São Paulo/Divulgação
As investigações começaram após um caso registrado em julho do ano passado, quando um motorista de van foi abordado por quatro criminosos armados em Guarulhos. A vítima foi rendida e mantida em cárcere por cerca de 10 horas em uma área de mata. Durante esse período, além de ter o veículo roubado, foi coagida a realizar transferências bancárias.
Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções entre os integrantes, incluindo a execução dos sequestros, a logística dos veículos e a movimentação dos valores obtidos com os crimes.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão temporária contra os investigados. Um dos suspeitos ainda é considerado foragido.
De acordo com o delegado Fábio Nelson, titular da Divisão Antissequestro (DAS), os criminosos utilizavam aplicativos de frete para atrair as vítimas. “Após aceitarem as corridas, os motoristas eram sequestrados e, sob ameaça, obrigados a realizar transações bancárias, além de terem os veículos roubados e vendidos ilegalmente”, explicou.
A ação foi conduzida pela 1ª Delegacia Antissequestro, com apoio de equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE), do Garra e do Grupo Especial de Reação (GER), ligados ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).
As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos na organização criminosa.
Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

