MULHERES CONTAM COM ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E CANAIS DE DENÚNCIA NO TRANSPORTE PÚBLICO DE SÃO PAULO
Mulheres que sofrerem violência, assédio ou importunação sexual durante deslocamentos no transporte público podem buscar atendimento em estações do Metrô e da CPTM, além de contar com outros serviços disponíveis na capital paulista. Os canais oferecem acolhimento, orientação e apoio para o registro de ocorrências.
Entre as iniciativas está o Abrigo Amigo, presente em pontos de ônibus da cidade. O serviço funciona diariamente, das 20h às 5h, e permite que passageiros façam uma videochamada com uma atendente por meio do painel digital instalado no ponto. Em casos de emergência, a central pode acionar a Polícia Militar ou o atendimento médico.
Na CPTM, mulheres que sofrerem violência ou importunação sexual podem procurar funcionários ou agentes de segurança. Quando necessário, são encaminhadas aos Espaços Acolher, salas reservadas para atendimento com privacidade. Atualmente, o serviço está disponível em 26 estações da companhia.
Já o Metrô mantém Postos Avançados de Apoio à Mulher nas estações Santa Cecília (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul), onde equipes especializadas realizam o acolhimento inicial e orientam as vítimas sobre a rede de proteção. As ocorrências também podem ser comunicadas pelo aplicativo Metrô Conecta ou pelo SMS-Denúncia no número (11) 97333-2252.
Outra iniciativa é o Espaço Maternidade, disponível nas estações Luz e Tatuapé, destinado a mães, pais e responsáveis que estejam viajando com bebês ou crianças. Os locais oferecem estrutura para amamentação, troca de fraldas, alimentação e descanso.
Além disso, mulheres atendidas pela Polícia Militar em casos de violência doméstica ou familiar podem receber transporte gratuito até delegacias, hospitais, Institutos Médico-Legais e outros serviços da rede de proteção por meio de uma parceria com o aplicativo 99. O atendimento é iniciado pelo telefone 190 e conta com o apoio da Cabine Lilás, composta por policiais femininas.
As autoridades orientam que vítimas e testemunhas procurem imediatamente funcionários ou agentes de segurança ao presenciarem casos de assédio ou violência. Sempre que possível, é importante informar o local, horário, linha, estação, características do suspeito e demais detalhes que possam auxiliar na identificação do autor.
Foto: Divulgação/Governo de São Paulo
Entre as iniciativas está o Abrigo Amigo, presente em pontos de ônibus da cidade. O serviço funciona diariamente, das 20h às 5h, e permite que passageiros façam uma videochamada com uma atendente por meio do painel digital instalado no ponto. Em casos de emergência, a central pode acionar a Polícia Militar ou o atendimento médico.
Na CPTM, mulheres que sofrerem violência ou importunação sexual podem procurar funcionários ou agentes de segurança. Quando necessário, são encaminhadas aos Espaços Acolher, salas reservadas para atendimento com privacidade. Atualmente, o serviço está disponível em 26 estações da companhia.
Já o Metrô mantém Postos Avançados de Apoio à Mulher nas estações Santa Cecília (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul), onde equipes especializadas realizam o acolhimento inicial e orientam as vítimas sobre a rede de proteção. As ocorrências também podem ser comunicadas pelo aplicativo Metrô Conecta ou pelo SMS-Denúncia no número (11) 97333-2252.
Outra iniciativa é o Espaço Maternidade, disponível nas estações Luz e Tatuapé, destinado a mães, pais e responsáveis que estejam viajando com bebês ou crianças. Os locais oferecem estrutura para amamentação, troca de fraldas, alimentação e descanso.
Além disso, mulheres atendidas pela Polícia Militar em casos de violência doméstica ou familiar podem receber transporte gratuito até delegacias, hospitais, Institutos Médico-Legais e outros serviços da rede de proteção por meio de uma parceria com o aplicativo 99. O atendimento é iniciado pelo telefone 190 e conta com o apoio da Cabine Lilás, composta por policiais femininas.
As autoridades orientam que vítimas e testemunhas procurem imediatamente funcionários ou agentes de segurança ao presenciarem casos de assédio ou violência. Sempre que possível, é importante informar o local, horário, linha, estação, características do suspeito e demais detalhes que possam auxiliar na identificação do autor.
Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

