GOVERNO DE SP ORIENTA COMO IDENTIFICAR OS DIFERENTES TIPOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
A violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas e, muitas vezes, começa de maneira silenciosa. Para orientar a população, o Governo de São Paulo reforça que ofensas verbais, perseguição, controle excessivo e danos ao patrimônio também configuram violência e são previstos na Lei Maria da Penha.
A legislação, sancionada em 2006, classifica cinco tipos de violência contra a mulher: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
A violência física envolve agressões que atingem a integridade ou a saúde corporal da vítima. Já a violência psicológica inclui atitudes que provocam sofrimento emocional, diminuem a autoestima, isolam a mulher de familiares e amigos ou controlam sua rotina. A violência sexual ocorre quando há qualquer ato sexual sem consentimento. A patrimonial caracteriza-se pela retenção, destruição ou subtração de bens, documentos ou recursos financeiros. Já a violência moral compreende ofensas à honra e à reputação da mulher.
O Governo do Estado também alerta para situações de violência que podem passar despercebidas, como o controle disfarçado de cuidado, a ridicularização constante, chantagens emocionais, o controle do dinheiro e o uso de fotos ou informações pessoais para intimidar a vítima.
Em São Paulo, mulheres em situação de violência podem registrar boletim de ocorrência pelo aplicativo SP Mulher Segura, pela Delegacia Eletrônica da Secretaria da Segurança Pública ou presencialmente em uma delegacia.
Outra opção é a Cabine Lilás, serviço da Polícia Militar que oferece acolhimento e orientação por policiais treinadas. Nos casos de emergência, a recomendação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190, para que uma equipe seja enviada ao local quando houver risco iminente.
Foto: Divulgação/Governo de SP
A legislação, sancionada em 2006, classifica cinco tipos de violência contra a mulher: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
A violência física envolve agressões que atingem a integridade ou a saúde corporal da vítima. Já a violência psicológica inclui atitudes que provocam sofrimento emocional, diminuem a autoestima, isolam a mulher de familiares e amigos ou controlam sua rotina. A violência sexual ocorre quando há qualquer ato sexual sem consentimento. A patrimonial caracteriza-se pela retenção, destruição ou subtração de bens, documentos ou recursos financeiros. Já a violência moral compreende ofensas à honra e à reputação da mulher.
O Governo do Estado também alerta para situações de violência que podem passar despercebidas, como o controle disfarçado de cuidado, a ridicularização constante, chantagens emocionais, o controle do dinheiro e o uso de fotos ou informações pessoais para intimidar a vítima.
Em São Paulo, mulheres em situação de violência podem registrar boletim de ocorrência pelo aplicativo SP Mulher Segura, pela Delegacia Eletrônica da Secretaria da Segurança Pública ou presencialmente em uma delegacia.
Outra opção é a Cabine Lilás, serviço da Polícia Militar que oferece acolhimento e orientação por policiais treinadas. Nos casos de emergência, a recomendação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190, para que uma equipe seja enviada ao local quando houver risco iminente.
Foto: Divulgação/Governo de SP

